Notícias do TO

Sabado, 05 de Setembro de 2026

Notícia

Grupo de partidos vai questionar cálculo de sobras de votos para definir deputados eleitos e...

Portal Administravel

Publicidade

Nome do anunciante aqui!

OUVIR NOTÍCIA

Uma ação suprapartidária está sendo organizada para pedir a revisão da regra de distribuição das sobras dos votos de legendas que não atingiram o quociente eleitoral. Se for acatada pelo Supremo, a ação pode alterar a lista de deputados eleitos para próxima legislatura. A informação foi revelada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A ação tem o apoio do PSB, Podemos, Rede e Solidariedade.

Caso seja acatado o novo cálculo, partidos como o PL cairiam de 99 deputados para 92, MDB de 39 para 36, União de 55 para 51, Republicanos de 39 para 37, PSD de 41 para 40, e PSC de cinco para um.

Enquanto esses seis partidos perdem parlamentares, outros nove ganhariam: Novo passaria de quatro para cinco, Patriota, de cinco para seis, Podemos de 15 para 18, PSB de 16 para 18, PSDB/Cidadania, de 21 para 24, PT/ PV/ PCdoB de 83 para 87, PTB, de três para cinco, Rede de 15 para 16 e Solidariedade de cinco para seis.

Quem ficou animado com a ação foi o deputado federal Célio Moura (PT-TO), cujo partido somou 67.109 votos no total, mas não elegeu nenhum candidato. Célio Moura conseguiu dobrar a votação em relação a 2018. Ele obteve 36.186 votos.

TIAGO DIMAS E DRª ÂNGELA DA FACIT

No Tocantins, os candidatos Tiago Dimas e Drª Ângela da Facit também entraram com ação para questionar o cálculo que deu a 8ª vaga de deputado federal do Tocantins para Lázaro Botelho (Progressistas).

Tiago argumenta que a votação individual de Lázaro Botelho (13.688 votos) não atingiu o mínimo de 20% do quociente (20.753), conforme dispõe o artigo 11º, § 2º e § 4º , da Resolução de 23.677 de 2021, bem como o art. 109, inciso III, § 2º do Código Eleitoral. “Ou seja, diante da ausência de candidato com votação nominal mínima de 20% do quociente eleitoral para ocupar a oitava vaga, deveria-se ter aplicado o terceiro critério – maiores médias entre todos os partidos”, resume.

Já a Dra Ângela afirma que seu partido “apresentou a maior média (52.187 votos) para o preenchimento das vagas 7 e 8. Desta forma, ela deveria ter ficado com a vaga de nº 7, pois o seu partido alcançou o quociente eleitoral, e ela a votação mínima de 10% (dez por cento)”.

As duas ações foram rejeitadas nas primeiras decisões proferidas pela Justiça Eleitoral.

 

Fonte: AF Noticias

  • Compartilhe
  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no WhatsApp

Publicidade

Nome do anunciante aqui!

Publicidade

Parceiro
Nome do anunciante aqui!
Parceiro
Nome do anunciante aqui!

Popular este mês

Publicidade

Parceiro
Nome do anunciante aqui!

Veja também

Gasto em campanhas poderá chegar a R$ 6,2 mi para Governo e R$ 3,17 mi ao Senado
27Jul

Gasto em campanhas poderá chegar a R$ 6,2 mi para Governo e R$ 3,17 mi ao Senado

Gasto em campanhas poderá chegar a R$ 6,2 mi para Governo e R$ 3,17 mi ao Senado

Gasto em campanhas poderá chegar a R$ 6,2 mi para Governo e R$ 3,17 mi ao Senado
27Jul

Gasto em campanhas poderá chegar a R$ 6,2 mi para Governo e R$ 3,17 mi ao Senado

Gasto em campanhas poderá chegar a R$ 6,2 mi para Governo e R$ 3,17 mi ao Senado

Senadora Professora Dorinha defende fim da escala 6x1
19Jun

Senadora Professora Dorinha defende fim da escala 6x1

Senadora Professora Dorinha defende fim da escala 6x1

Senadora Professora Dorinha defende fim da escala 6x1
19Jun

Senadora Professora Dorinha defende fim da escala 6x1

Senadora Professora Dorinha defende fim da escala 6x1

MAIS NOTÍCIAS
Fale com a redação!

Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )